Um blog destinado à luta contra a instauração de uma nova ditadura no Brasil







sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Um monstro concede asilo a um outro


Esse gigante moral, nosso presidente, decidiu violar todos os principios mais básicos que fazem uma pessoa ser uma pessoa decente. Como se pode esperar que ele seja um presidente decente se nem uma pessoa decente ele é? Battisti é um assassino condenado pela justiça de seu país, ponto final. Suas vítimas inocentes pagaram com a vida pelas taras políticas deste monstro. E agora os familiares das vítimas, todo o sistema jurídico de um país amigo, a nãção italiana em geral, vão pagar pelas taras políticas de dois monstros do lado de cá do atlântico, Tarso Genro e Lula da Silva. É o presidente do governo mais corrupto da nossa História se despedindo com um ato ignóbil.

Em nome dos brasileiros que acreditam na democracia, na justiça e na decência humana, peço perdão pelo ato desprezível do nosso monstro a toda a nação italiana.

Eles gostam de relativizar o valor da vida de inocentes

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

HERANÇA MALDITA DO LULA 3 :Como os juros altos estão matando o ganso dos ovos de ouro do Brasil.





JUROS, FRACASSO DE LULA



Ao mesmo tempo em que o Brasil está próximo de provar que ele pode competir com a Índia e a China como um grande modelo de desenvolvimento financeiro de sucesso, seu crescimento é freado em grande parte pelos seus juros altos.
Neste texto, vamos examinar as origens e as consequências de juros tão altos para ver quais recomendações podem surgir para Brasília incentivar mais sucesso financeiro para sua economia.

Efeitos dos juros altos
O Plano Real, lançado em 1994, consistiu na introdução de uma nova moeda (o real), uma indexação de preços e salários e o controle legal do orçamento governamental pelo Congresso Nacional. Ele foi complementado logicamente por uma taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) extremamente alta, a taxa de empréstimo “overnight” do Banco Central (aquela usada pelo Banco Central para influenciar a política monetária).
Realmente, juros mais altos torna mais caro a tomada de empréstimos, por isso a demanda domestica diminui e a subida de preços também. Globalmente, o plano teve sucesso para derrubar a inflação mesmo se a reforma fiscal não foi tão eficaz quanto o esperado e apesar do Brasil ainda estar confrontado com uma divida que incomodava.

O preço deste sucesso foi que a taxa SELIC extremamente elevada (atualmente em 8,75%%, a taxa mais alta do mundo) que desestimula o credito. Tais taxas de empréstimo “overnight” continuam a estar na raiz de incontáveis amarras e custos adicionais para indivíduos e empresas, especialmente aquelas que buscam financiamento para projetos de longo prazo.

Não somente estas taxas de juros elevadas trazem consequências terríveis para a economia brasileira, mas elas também descriminam contra os agentes econômicos mais pobres enquanto as maiores empresas parecem conseguir se livrarem deste aperto de crédito. Elas têm acesso a financiamento externo, como as trinta e três firmas que estão atualmente listadas na Bolsa de Valores de Nova York.
As grandes empresas também se beneficiam de taxas de juros abaixo do mercado de instituições internacionais de empréstimos, tais como a Corporação Financeira Internacional do Banco Mundial (World Bank's International Finance Corporation (IFC)) e têm a possibilidade de diversificar sua estrutura de divida através de vários emprestadores, mecanismos e moedas diferentes.
Inversamente, no baixo da escada econômica, pequenas e médias empresas não conseguem superar esta falta de capital e tipicamente ficam sem opções para obtenção de crédito. De acordo com a avaliação dos negócios do mundo, do Banco Mundial (World Bank's World Business Survey), noventa por cento (90%) das pequenas empresas brasileiras escolheram juros altos como um de seus maiores problemas.

Além de restringir o desenvolvimento das menores empresas no Brasil, juros tão altos também os impedem de se formalizarem. Realisticamente, a única motivação para empresas de se formalizarem, ou seja, pagarem mais impostos e burocracia, é ter acesso aos empréstimos bancários. Mas como os empréstimos são previsivelmente submetidos a juros altos raramente realistas, pequenos empreendedores escolhem ficar na informalidade e preferem pegar dinheiro emprestado de amigos e membros da família.

Desta maneira, o desenvolvimento do Brasil de baixo para cima e a redução das desigualdades são solapados pelos juros exorbitantes e “spreads” exorbitantes (a diferença entre as taxas que os bancos pagam para pegar empréstimos e taxa que eles cobram para emprestar), que impedem os brasileiros mais pobres de pegar empréstimos. Além disso, essa tendência é agravada pela situação de quase autarquia e economia orientada para dentro que restringe acesso a financiamento externo.  










quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Libertando a história do cativeiro onde o PT a prendeu


Obrigado, Sr. Presidente


Por que os petistas odeiam tanto FHC? Porque ele fez um grande governo! Os petistas odeiam a ideia que foi ele que administrou as grandes mudanças estruturais que permitiram ao Brasil uma chance de desenvolvimento. Que a verdade seja dita: FERNANDO HENRIQUE CARDOSO FOI UM PRESIDENTE MUITO SUPERIOR A LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA.

 O resto é papo de petista invejoso, mentira e propaganda enganosa dessa gente criminosa. Essa gente é tão nefasta, tão doutrinada que prefere que milhões de brasileiros, que sempre acreditam na palavra do presidente e da presidência, tenham um entendimento errado, falso, ignorante, da sua própria história. Talvez esta seja a primeira grande violação de direitos humanos (direito a conhecer a História de seu próprio país) cometidos pelos bandidos no poder.  

Por isso que eu digo: essa gente é pequena, é mesquinha. Eles não são os representantes do povo, porque o povo brasileiro não é assim, é generoso, bom, honesto. E sempre há os que se aproveitam de pessoas boas e generosas.

Vamos combater suas mentiras com nossas verdades. Ajude a preservar a verdade, a ensinar História. Leia com cuidado os avanços conquistados no governo FHC. Comece com sua família, depois os vizinhos e colegas de trabalho. A verdade agradece.

Do site do iFHC
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, VIDA E OBRA


Presidência


Sua Presidência foi marcada pela consolidação da estabilidade monetária, pela modernização da economia, por reformas nas contas e na gestão do setor público e pela democratização do acesso às políticas sociais, além do respeito às regras e aos ritos da democracia.


Apesar das várias crises externas que impactaram a economia brasileira, a inflação se manteve baixa, na casa de um dígito percentual anual, e assim continuou pelos anos seguintes.


As reformas, embora limitadas pela forte oposição no Congresso Nacional, promoveram a modernização da infra-estrutura econômica,  com a abertura para investimentos privados- nacionais ou estrangeiros- nos setores de telecomunicações, energia elétrica, petróleo, transportes e mineração.

As reformas da previdência social e da administração pública, a renegociação das dívidas de estados e municípios, a privatização e/ou restruturação dos bancos públicos e a adoção da Lei de Responsabilidade Fiscal redefiniram as bases da gestão do Estado e das contas públicas.

O acesso ao ensino fundamental, ao atendimento básico de saúde e à previdência social foi praticamente universalizado. Os pequenos agricultores tiveram acesso amplo à terra e ao crédito. A assistência aos idosos e portadores de deficiência foi ampliada. Uma rede de proteção social garantiu transferências de renda a mães e crianças abaixo da linha de pobreza e estimulou sua freqüência à escola e à rede básica de saúde.

Pela evolução positiva dos indicadores sociais do Brasil em seu período de governo, Fernando Henrique recebeu das Nações Unidas, em 2002, o prêmio "Mahbub ul Haq por Notável Contribuição ao Desenvolvimento Humano".

Rotuladas de "neoliberais" e combatidas durante seu governo, suas políticas nas áreas econômica, social e institucional foram em linhas gerais mantidas pelo governo que o sucedeu. Eleito o presidente Lula, Fernando Henrique organizou a transição de modo a facilitar o acesso antecipado da nova administração às informações relevantes ao exercício do governo, fato até então inédito no país.

FHC diz não ter 'imaginação' para entender raciocínio de Dilma

Da Folha de São Paulo
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou não ter "imaginação suficiente" para completar lacunas no raciocínio da próxima ocupante do Palácio do Planalto, Dilma Rousseff. "Tenho dificuldade mesmo. Você sabe que eu sou curto de inteligência, às vezes eu não consigo. Ela não termina o raciocínio, e eu não tenho imaginação suficiente para saber o que ela ia dizer", disse, em tom de brincadeira, após ser questionado por Diogo Mainardi, um dos entrevistadores do programa "Manhattan Connection". A entrevista foi ao ar na noite de domingo (26), no canal GNT.

'SEM FALSA MODÉSTIA'

Ao tomar posse, no dia 1º de janeiro, Dilma sairá com vantagem na largada, segundo FHC: "Vai pegar uma economia em bom momento", embora se depare com "uma situação fiscal bastante difícil também". Antes de discorrer sobre o país que Dilma herdará, o tucano elogiou sua própria gestão. "Eu mudei o Brasil. Vamos dizer com clareza, sem falsa modéstia. O Brasil era um antes da consolidação da economia e passou a ser outro."
Quando Lula assumiu, em 2003, a situação do país era menos dócil. Mas a culpa, para FHC, é do próprio petista. "O ano que ele pegou piorou por causa dele. Por causa do medo que os mercados tinham do que ele dizia que ia fazer e que, para a sorte de todos nós, não fez."

DOSSIÊ CONTRA RUTH

FHC criticou um dossiê com gastos dele e de sua mulher, Ruth Cardoso (morta em 2008), montado sob comando da ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra.
O dossiê com dados sigilosos, que veio à tona na crise dos cartões corporativos, era um "banco de dados", segundo Dilma e Erenice --ainda braço direito da petista, ela tombou dois anos depois, na esteira de acusações de lobby na Casa Civil envolvendo seu filho. "Realmente grave aquilo, porque ela [Dilma] telefonou para a Ruth e disse que não estava fazendo nada", reclamou o ex-presidente. Na época, o Congresso sinalizou que poderia investigar transações de Lula e familiares com cartões corporativos. Para FHC, esses são os gastos "que nunca foram explicados".

LITERATURA

Os entrevistadores pediram que FHC indicasse um livro a Dilma. Aconselhou "A Democracia na América" (1835), do historiador francês Alexis de Tocqueville. "Ela já deve ter lido", disse. A Folha mostrou, em reportagem publicada no domingo, a "Dilmoteca": preferências literárias da presidente eleita. Entre os autores citados, Marcel Proust, João Cabral de Melo Neto, Cecília Meireles, Fernando Pessoa, Bashô (do haicai), Emily Dickinson, Jorge Amado, Machado de Assis e Monteiro Lobato.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

HERANÇA MALDITA DO LULA 2 - O ESTRONDOSO AUMENTO DOS GASTOS COM PESSOAL

Traduzido da revista THE ECONOMIST:
O governo aumentou seus gastos de folha de pagamento. O número de funcionários público federais teve um aumento até que modesto desde 2003 (de aproximadamente 10%). Mas eles foram tratados generosamente : o total da folha de pagamento mais do que dobrou nominalmente entre 2003 a 2009.

COMENTO

O LULA DOBROU NOSSOS GASTOS COM O FUNCIONALISMO PÚBLICO FEDERAL! E A TROCO DE QUÊ?

HERANÇA MALDITA DO LULA 1 - A DÍVIDA PÚBLICA



Do site do Dieese
O que é dívida pública?

Dívida pública é a dívida contraída pelo governo com entidades ou pessoas da
sociedade para:

1. financiar parte de seus gastos que não são cobertos com a arrecadação de impostos; ou

2. alcançar alguns objetivos de gestão econômica, tais como controlar o nível de atividade, o crédito e o consumo ou, ainda, para captar dólares no exterior.


A dívida pública se subdivide em dívida interna e dívida externa. Os principais credores do setor público são, normalmente, bancos públicos e privados que operam no
país, investidores privados, instituições financeiras
internacionais e governos de outros países.

O governo tem três formas de financiar seus gastos: arrecadar impostos, emitir moeda ou vender títulos (papéis) da dívida pública com promessa de resgate futuro acrescido de juros. 

A situação da divida publica brasileira em 2009,  
Informação obtida em várias fontes seguras (jornais e revistas econômicas) na internet:

O Brasil fecha 2009 com dívida pública de R$ 1,497 trilhão. Em 2009, PIB brasileiro somou R$ 3,143 trilhões.
Divida pública do Brasil em porcentagem do PIB 2009: 47.62%.

COMENTO

Quando o governo pega dinheiro emprestado, ele tem de reembolsar o empréstimo com juros.

Quanto maior o empréstimo, mais juros ele vai pagar. A população está bem consciente disso, só que este raciocínio está vinculado com a dívida externa que apesar de ter sido reduzida, foi compensada pelo aumento da divida interna. O governo hoje continua tão endividado quanto ele estava no ano 2000, quando tinha uma dívida de 49% do PIB.

Tudo bem, mas quais são as consequências práticas de tudo isso? Compare o que o governo paga de juros ao invés de educação, saúde e segurança:

Decore estes números e espalhe para os que acreditam nas mentiras do lulo-petismo:

Em 2007, o governo federal gastou 237 bilhões de reais em juros e capital da dividas interna e da divida externa (sem contar o refinanciamento destas dividas), enquanto que ele aportou apenas 40 bilhões de reais para a saúde, 20 bilhões para a educação e 8,9 bilhões para o bolsa família! E com tudo isso o governo ousa dizer que o problema da divida foi resolvido!(site da CADTM)

PARTE DA HERANÇA MALDITA DE LULA, NÃO É SÓ A DILMA, É UMA GRANDE DIVIDA PÚBLICA QUE ESTÁ AUMENTANDO BASTANTE! Leia abaixo:

Valor EconômicoEditorial:
A perigosa deterioração da dívida pública federal
27/12/2010
Há um fenômeno na área fiscal que está chamando a atenção dos especialistas. Trata-se da deterioração da dívida pública brasileira, nos últimos anos, resultante da constituição pelo governo federal de passivos muito onerosos e de ativos que rendem pouco. Na raiz desse processo está a acumulação de reservas internacionais vultosas e os crescentes empréstimos do Tesouro Nacional aos bancos públicos, principalmente ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).


domingo, 26 de dezembro de 2010

COM QUE DISCURSO ARTICULAR O DISSENSO?

O governo domina completamente o noticiário, a oposição parece que decidiu tirar umas ferias pós-eleitorais. Hum, deixe-me ver, um general tira férias no momento em que seu exército perde uma batalha e tenta resistir? Um médico deixa de tratar seu paciente em estado grave por que é Natal e ano novo? Só se estes generais e médicos não tiverem muito amor por seus empregos!

O que deveriam então, nossos valorosos políticos da oposição estar fazendo agora, além de estarem pegando um belo bronzeado enquanto o PT se apropria completamente do governo de todos? O cidadão Reinaldo Azevedo dá varias dicas muito boas num texto intitulado "A OPOSIÇÃO SE DEIXOU MASSACRAR", publicado na revista "Veja" desta semana e parcialmente no seu blog cuja leitura diária recomendo. Fiz uma triagem de partes deste texto que podem nos servir de norte:

POR REINALDO AZEVEDO
-A pergunta óbvia é com que discurso articular o dissenso, sem o qual a democracia se transforma na ditadura do consentimento?

1. Me parece óbvio que o primeiro passo consiste em libertar a história do cativeiro onde o PT a prendeu. Isso significa mostrar, e não esconder, os feitos e conquistas institucionais que se devem aos atuais oposicionistas e que se tornaram realidade apesar da mobilização contrária bruta e ignorante do PT.

2. Ajuda também falar a um outro Brasil profundo, que não aquele saído dos manuais da esquerda, sempre à espera de reparações e compensações promovidas pelo pai-patrão dadivoso ou a mãe severa e generosa, à espera da “grande virada”, que nunca virá!

3. Os órfãos da política, hoje em dia, não são os que recebem os benefícios - e nem entro no mérito, não agora, se acertados ou não -, mas os que financiam a operação. Entre esses, encontram-se milhões de trabalhadores, todos pagadores de impostos, muitos deles também pobres!

4. Terão as oposições a coragem de defender seu próprio legado, de apelar ao cidadão que financia a farra do estado e de falar ao Brasil que desafia os manuais da “sociologia progressista”? Terão as oposições a clareza de deixar para seus adversários o discurso  do “redistributivismo”, enquanto elas se ocupam das virtudes do “produtivismo”? Terão as oposições a ousadia de não disputar com os seus adversários as glórias do mudancismo, preferindo falar aos que querem conservar conquistas da civilização? Lembro, a título de provocação, que o apoio maciço à ocupação do Complexo do Alemão pelas Forças Armadas demonstrou que quem tem medo de ordem é certo tipo de intelectual; povo gosta de soldado fazendo valer a lei. Ora, não pode haver equilíbrio democrático onde não há polaridade de idéias. Apontem-me uma só democracia moderna que não conte com um partido conservador forte, e eu me desminto.

Nosso bravo Coronel do blog Coturno Noturno acrescenta:
Lula atravessa o país de cima a baixo sem falar na explosiva dívida pública, no estrondoso aumento dos gastos com pessoal, dos juros estratosféricos, do câmbio que aniquila empresas, da corrupção devastadora dos poucos recursos públicos. Lula, no seu discurso, entrega ao Brasil um Brasil irretocável, sem que um só opositor exercite o direito de informar a verdade ao povo brasileiro.

AECIO NEVES!
ÍNDIO DA COSTA!
JOSÉ SERRA!
RAIMUNDO COLOMBO!
BETO RICHA!
GERALDO ALCKMIN!
BORNHAUSEN!
MAIA!
KASSAB!
AFIF DOMINGOS!
KATIA ABREU!
ROSALBA CIARLINI!
SERGIO GUERRA!
TEOTONIA VILELA!
MARCONI PERILLO!
ANTONIO ANASTASIA!
SIQUEIRA CAMPOS!
SIMÃO JATENE!
ANCHIETA JUNIOR!

E TODOS OS ELEITOS CONTRA A VONTADE DE LULA!

VOCÊS ESTÃO ESCUTANDO?

SE CONTINUAREM ASSIM, EM DEZ ANOS, NÃO SOBRA UM ENTRE VOCÊS!

sábado, 25 de dezembro de 2010

Um presidente medíocre



Durante oito anos tivemos um presidente medíocre cujo único mérito foi de ter organizado uma distribuição de riqueza para a parte mais necessitada da população porque ele teve o que distribuir! Fundamentalmente, outros presidentes construíram a fazenda, prepararam a terra, fizeram o plantio, fizeram a irrigação, organizaram  a administração da fazenda, organizaram os lavradores, lutaram contra seca e pragas como insetos e MST, e fizeram a recolta. Depois veio o Luís falastrão picareta da Silva, juntou uns caminhões que lá estavam, e começou a distribuir o que foi plantado pelos outros. E apesar do fracasso da luta contra o MST, que ele até ajudou, o cara conseguiu não destruir a fazenda, apenas prejudicar sua estrutura na forma da HERANÇA MALDITA DO LULA (déficits, inflação, corrupção desenfreada e inchaço da maquina). Aí ele começou a mentir, mentir, mentir, mentir..., dizendo que foi ELE que construiu a fazenda, preparou a terra, fez o plantio, fez a irrigação, organizou  a administração e a mão de obra da fazenda, lutou contra seca e pragas como insetos e MST, e fez a recolta.

Como em oito anos a educação não avançou, o povo acreditou e votou no poste.

Recado para o Lula: um mentiroso bem sucedido continua sendo um mentiroso!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O dia que cancelaram o Natal

Feliz Natal Dilma! Que Deus te perdoe por ter participado de um grupo que matou pessoas inocentes. Que Deus te perdoe por defender uma ideologia que prega o ódio contra Deus, a Igreja, e entre os cidadãos de classes sociais diferentes. Que Deus tire esse ódio de dentro de você e todos seus seguidores, pois o ódio só leva a mais ódio e destruição.


A seguir, um trecho de artigo traduzido da Wikipédia sobre o tema "PERSECUÇÕES DE CRISTÃOS NA UNIÃO SOVIÉTICA" (original em inglês).


Como os comunistas tratavam a Igreja na ex-união soviética? As táticas variavam com o passar dos anos e se tornavam mais ou menos duras em períodos diferentes. Algumas táticas comuns incluíam o confisco de propriedade da Igreja, ridicularização da religião, achincalhamento de crentes e a propagação do ateísmo nas escolas.


Algumas ações contra padres ortodoxos e crentes, além de execuções, incluíam tortura, envio para campos de concentração, campos de trabalho ou hospícios.


Durante os primeiros cinco anos de regime comunista, os Bolcheviques executaram 28 bispos ortodoxos e mais de 1200 padres.



Vídeo da destuição da Igreja do Cristo o Salvador pelo comunistas (Ideologia da Dilma)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A FILOSOFIA DA LIBERDADE



ESTE VÍDEO COMPLEMENTA A POSTAGEM ABAIXO





Somos todos escravos no sentido de termos perdido nosso tempo de vida para beneficiar outrem sem a devida recompensa ou compensação

Eles trabalham de graça para o governo, e você?



Consoante o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (online), a palavra "escravismo" possui dois significados:

Escravismo
 (escravo + - ismo)
S. m.
1. Sistema que defende a escravatura.
2. Influência da prática da escravatura.

Neste país, já tivemos escravismo no sentido da primeira definição. Em 1888, a Lei Aurea pôs fim ao regime escravista brasileiro.

A segunda definição, apesar de  menos conhecida, descreve muito bem certas relações que determinam nossa vida no presente. Ela tem como origem e fundamento o desejo de dominação, de controle, de poder, de conforto, de facilidade. O escravismo também e motivado pelo status social, uma vez que quantos mais escravos o senhor possuir, mais importância lhe é dado na sociedade. Os senhores de hoje não defendem o escravismo, que se tornou politicamente inaceitável, mas continuam a alimentar todos aqueles desejos que dão origem  a influencia da sua prática.

Quem são os senhores e os escravos modernos? A resposta a esta pergunta está contida nas relações de trabalho. Quem trabalha? Quem recebe os frutos do trabalho? No sistema capitalista, o patrão é recompensado pelo risco de seu capital (que representa o fruto de um esforço no passado) e eventualmente seu trabalho de gestor. O empregado é recompensado pela contribuição que ele teve na obtenção do lucro e pelo sacrifício do seu tempo que foi dedicado a empresa ou empreitada. Se os ganhos e a compensação são considerados justos pelo valor e pelas circunstâncias de cada empreitada, então não podemos dizer que houve escravismo. Determinante também é a liberdade que as partes tiveram para negociar seus interesses.

SETÓR PRIVADO: possibilidade de escravismo
No setor privado há escravismo quando uma das partes, o patrão ou o empregado, chega à conclusão de que sua participação no empreendimento não valeu a pena, considerando o sacrifício de seu capital tempo, capital esforço, capital talento (tempo de vida, que é limitado), ou excesso de risco para seu capital liquido, financeiro (dinheiro).

São os senhores: patrões que pagam salários injustos (baixos demais), empregados que recebem salários injustos (altos demais), capitalistas que recebem lucros excessivos injustos (à custa de clientes enganados ou explorados por falta de opções).

São os escravos: patrões que pagam salários injustos (altos demais, exp.: salário mínimo, quando o trabalho do empregado não vale nem isso), empregados que recebem salários injustos (baixos demais),  capitalistas que recebem lucros excessivamente baixos (em relação ao risco e sucesso da empreitada, os lucros foram corroídos por impostos ou taxas ou litigância). São todos escravos no sentido de terem perdido seu tempo de vida para beneficiar outrem sem a devida compensação.

SETOR PÚBLICO: escravismo escancarado 
No setor público, há escravismo quando uma das partes, o Estado ou o contribuinte, chega à conclusão de que sua participação no empreendimento coletivo não valeu a pena, considerando o sacrifício de seu capital tempo, capital esforço, capital talento (tempo de vida, que é limitado), ou excesso de risco para seu capital liquido, financeiro (dinheiro).

São os senhores: Políticos ou burocratas que fixam impostos ou taxas altos demais em relação aos serviços prestados aos contribuintes.  Políticos ou burocratas que fixam seus salários altos demais em relação aos serviços prestados aos contribuintes. Determinante também é a liberdade que as partes tiveram para negociar seus interesses. Neste aspecto, há escravismo escancarado, uma vez que o nível de representatividade da câmara dos deputados é de apenas 7% por causa do sistema de coeficiente eleitoral. Além disso, os políticos têm liberdade total para fixar seus salários e benefícios, liberdade totalmente abusada. Temos também os beneficiários de bolsas sociais que poderiam preferir não trabalhar para receber dinheiro do contribuinte. O presidente Lula recebe a titulo de indenização da bolsa ditadura, seis mil mensais por ter ficado 31 dias preso, e chicotada pra cima do contribuinte!

São os escravos: Todos os contribuintes que não recebem uma justa compensação ou recompensa proporcionalmente às contribuições. Ou seja, a esmagadora maioria da população brasileira. Liberdade para negociar seus interesses? Os contribuintes não têm praticamente liberdade alguma para discordar dos impostos, restando apenas a opção de silenciosamente trabalhar para os senhores. O que recebemos em troca? Mentiras, corrupção, roubalheira, chacota, ameaças da policia e da bandidagem, manipulação eleitoral, educação e saúde péssimas.

Vai reclamar dos impostos? Toma!

CASA GRANDE







E SENAZALA




CONTROLE SOCIAL DA MÍDIA

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Bêbado, num manicômio

Sassá Mutema, o salvador da pátria, lembra alguém?

Bêbado, num manicômio. É assim que eu imagino que Lula teria acabado se ele não tivesse conseguido realizar suas fantasiais messiânicas. Felizmente para ele, infelizmente para nos, nosso Napoleão teve êxito na sua construção de figura de salvador da pátria. Mesmo que para isso teve que reescrever o passado para dar a impressão que herdou um país que não tinha indústria, moeda, estabilidade, instituições e todas as coisas que tornaram possíveis todas as realizações de sua administração. Ele teve que criar a ideia de que realizou milagres quando na verdade não fez mais do que a obrigação. Lula é apenas mais um presidente do Brasil e nada mais.

De um ponto de vista psicológico, vai ser interessante ver se, para o paciente, foi melhor a realização de suas fantasias, ou se teria sido melhor para ele ter estudado o mundo para melhor entender a realidade de onde estamos historicamente como país e que ele simplesmente faz parte desta realidade. Qual será  o impacto sobre Lula quando ele se der conta que o país vai continuar muito bem sem ele na presidência? E qual será o impacto sobre as pobres almas que embarcaram junto com ele nessa fantasia folclórica e grotesca?

Se eu fosse a Dilma, minha primeira medida seria destinar verbas do PAC para a construção de uma imensa casa verde, acho que vamos precisar.

Uma casinha verde para o salvador da pátria que só existe na cabeça dele

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O fim de Lula, mais uma derrota para o foro de São Paulo? Não deixa de ser uma vitória da democracia




Foro de São Paulo: Movimento internacional pela instauração de regimes comunistas na America Latina


Lula, discursando no foro de São Paulo (FSP) que ajudou a fundar
 O FSP vem sofrendo algumas baixas nestes últimos tempos. Começou com uma derrota num pequeno país heróico chamado Honduras. Foi uma derrota geograficamente pequena, mas simbolicamente enorme, pois provou que se um minúsculo país pobre pode resistir à imensa pressão política, diplomática e financeira oriunda da Venezuela, do Brasil, dos Estados Unidos e da Europa, outros países menos frágeis podem certamente repelir este movimento internacional que visa à instauração de ditaduras castristas na América Latina.

Em seguida, a direita ganhou no Panamá e no Chile, derrota simbolicamente importante, uma vez que o Chile foi reduto da esquerda desde a queda de Pinochet.

Na Colômbia, a democracia respirou aliviada pelo fracasso da tentativa de continuidade de Álvaro Uribe e pela eleição esmagadora de Santos, um anticomunista.

Na Argentina, foi a morte de Nestor Kirchner, importante aliado do FSP, que colocou em dúvida o futuro deste movimento naquele país, tendo em vista que o poder de Christina Kirchner, a Dilma da Argentina, ficou seriamente abalado pela morte de Nestor, seu Lula político de lá.

Apesar da solidez aparente das ditaduras castristas implantadas pelo FSP na Bolívia, Equador e Nicarágua, O restante da América Latina parece preferir o legalismo e a democracia. Até o povo da Venezuela deu o recado, elegendo para o congresso venezuelano uma oposição capaz de barrar a revolução dos porcos bolivarianos, forçando o coronel Chávez a dar um curto circuito no seu legislativo.

 E o Brasil?

O Brasil é a joia da coroa do FSP. Lula, seu principal fundador, junto com Fidel Castro, não tem medido esforços para solapar as instituições democráticas do país. Suas principais armas foram o aparelhamento e a corrupção. Felizmente para os democratas do país, a constituição resistiu, e em dez dias, Lula receberá dela um grande chute na bunda. Um chute bem forte que o tirará da presidência. Será o fim do mito, da grande mentira que faz sua popularidade, ou seja, a ideia que o Brasil só consegue existir hoje, na sua boa fase econômica e social, graças ao poder mágico do picareta mor.  

E a Dilma? A Dilma, fruto da corrupção e da fraude eleitoral que permeou a campanha de 2010, representará na melhor das hipóteses lulo-petistas, um racha no partido, e na pior delas, o fim do poder de Lula pelos próximos quatro anos e a independência da presidente. Mas a Dilma representa uma consolação pela derrota, pelo menos por enquanto, do projeto totalitário de Lula, do PT e do FSP.

Resta saber se a oposição brasileira vai ou não usar estes quatro anos para construir uma alternativa para 2014, sendo que 2012 já será um teste. 

Solo le pido a Dios..... VITÓRIA DA DEMOCRACIA EM HONDURAS!




Homenagem ao heróico povo hondurenho pela derrota imposta a Lula e outros bolivarianos

Roberto Micheletti Bain, herói popular e democrático de Honduras


Roberto Micheletti Bain, herói popular e democrático de Honduras 
Apos a transição democrática que tirou do poder, a pedido do congresso e do judiciário, o violador de cláusulas pétreas da constituição de Honduras, Manuel Zelaya....
  • CONSTITUIÇÃO DE HONDURAS
  • Artigo 42, que diz que a qualidade de cidadão se perde, entre outras hipóteses por incitar, promover ou apoiar o continuísmo ou a reeleição para presidente da república
  • Artigo 239, que afirma que o cidadão que tenha desempenhado a titularidade do Poder Executivo não poderá ser Presidente ou designado. O artigo diz ainda que aquele que violar tal disposição ou propuser sua reforma cessará imediatamente o desempenho do cargo que ocupar e ficará inabilitado ao exercício de função pública por dez anos..
  • Artigo 374, que afirma que o artigo 373 (segundo o qual, a reforma da Constituição poderá ser decretada pelo Congresso Nacional) não poderá ser reformado, e define como artigos pétreos os artigos que definem a forma de governo, o território nacional, o período presidencial e a proibição de ser novamente Presidente da República .
A máfia internacional bolivariana viola a soberania daquele corajoso e heroico país e tenta enfiá-lhes goela abaixo o verdadeiro golpista Manuel Zelaya...
Hugo Chaves, o chefe da quadrilha




Representante do grande comprador e financiador do chefe coronel


Lula, grande capataz do coronel Chavez


Obedecendo, às custas do contribuinte brasileiro, às ordens do chefinho


Resultado: Vitória do povo de Honduras que soube dizer não ao banditismo e violadores da lei!


Homengagem ao povo de Honduras














 





























































segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Algo extraordinário para acordarmos

27 horas depois que eu postei um chamado para um debate sobre um tema especificamente crucial para o Brasil, e divulguei o chamado em áreas de comentários de blogs e jornais, obtive apenas dois comentários. Justamente sobre o tema de como, segundo um ranking internacional, o Brasil sofre de cultura e participação politica inconsistentes com a democracia. É um tantinho decepcionante? É sim, mas há espaço para a semente crescer. Iremos desistir? Nunca, pois aí é que está o segredo da mudança de cultura, começa com um, depois dois.... . De qualquer maneira, farei uma síntese dos dois comentários que recebemos:

1: Comentário anónimo: Temos que encontrar um jeito de fazer com que as ideias e opiniões do cidadão comum tenham mais exposição e força. Talvez algo como uma caixa de sugestões padronizada que pudesse ter alguma ressonância na mídia!

2: Comentário anónimo: Ninguém foi para as ruas protestar contra o reajuste exorbitante dos parlamentares. NINGUÉM. Acho que a democracia no Brasil se esvai porque o povo também é fraco e despolitizado. Vejamos a onde de protestos na Europa, em contrapartida. Precisamos de algo extraordinário para acordarmos?

O primeiro comentário sugere uma ação construtiva. Ele concorda que existe um problema de cultura e participação política e já parte para uma ideia que poderá um dia ajudar a mudar a situação. É uma ideia que certamente merece futura consideração e eventualmente, concretização.

O segundo comentário também concorda com a existência do problema. Ele dá como exemplo a completa falta de reação popular para protestar contra o reajuste exorbitante dos parlamentares e faz uma comparação com os protestos na Europa. Em seguida ele faz uma pergunta interessante, se precisamos de algo extraordinário para acordarmos.

Apesar de serem apenas dois comentários, trata-se de um processo que, se for contínuo, provavelmente levará a respostas e conclusões que poderão desaguar numa solução no longo termo. Talvez o fato extraordinário ao qual se refere o comentário número dois é que aqui e agora pelo menos, a cultura e participação política ficaram um pouquinho mais ativa, menos apática, menos dócil. O valor e a força que têm estes dois solitários comentários são somente mais subestimados do que poderosos.

Isso aqui vai continuar e crescer. Porque eu quero e porque muitas pessoas querem também. O próximo passo virá em breve.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Convite para o debate: Consertando o Brasil

Referente às postagens anteriores:

Qual é a solução para corrigir e excesso de apatia, passividade e docilidade política do nosso povo?  Há outras características que fazem com que os políticos sintam que nós pertencemos a eles e não o contrário, como deveria ser?
Eu deixo a área de comentários aberta para sua opinião ou ideia. A solução começa aqui, vamos conversar! Depois faremos uma síntese e continuaremos o debate.

sábado, 18 de dezembro de 2010

O que significam cultura e participação política ?

Do Estado de São Paulo
O Brasil ficou com uma nota geral de 7,12, enquanto em 2008 havia ficado com 7,38. O País recebeu notas elevadas em processo eleitoral e pluralismo (9,58), liberdades civis (9,12) e funcionamento do governo (7,50), mas se saiu mal em participação política (5,0) e cultura política (4,38).

COMENTO
O Brasil caiu para 47° no ranking de democracia de um instituto respeitado de pesquisas, o "The Economist Intelligence Unit". Se levássemos em consideração os itens "processo eleitoral e pluralismo", "liberdades civis" e "funcionamento do governo", o Brasil teria obtido uma nota de 8,73, resultado que nos colocaria na excelente posição de 13° entre 167 países.

Duas questões devem ser abordadas e estudadas. A primeira questão é mais imediata e conjuntural: por que o Brasil obteve uma nota pior em relação a 2008?

A segunda questão é mais fundamental e estrutural: do que se trata exatamente os itens participação e cultura política, que fazem o Brasil despencar 34 posições?

Não tratarei da resposta da primeira questão por enquanto, a segunda questão é bem mais vital para o futuro deste país. Entretanto, nenhum veículo da mídia fez uma análise desta questão crucial para o Brasil. Por isso eu fui para o site da "The economist Intelligence Unit" e traduzi a explicação dos itens que afetam de maneira grave a nossa democracia. O fato de que um blogueiro solitário tem de fazer isso já explica muito. 


Tradução da explicação dos itens participação política e cultura política, do "The economist intelligence Unit":
A democracia é mais do que a soma de suas instituições. Uma cultura democrática também é crucial para a legitimidade, sustentabilidade e bom funcionamento da democracia.
Uma cultura de passividade e apatia, cidadãos obedientes e dóceis, não são consistentes com a democracia.
O processo eleitoral periodicamente divide a população em ganhadores e perdedores. Uma cultura democrática de sucesso dá a entender que os partidos perdedores e os o que os apoiam aceitem a decisão do eleitorado e permitem uma alternância pacifica de poder.
A participação também é um componente necessário, uma vez que apatia e abstenção são inimigas da democracia. Mesmo medições que focam predominantemente nos processos de democracia liberal e representativa incluem (mesmo que de maneira inadequada ou insuficiente) alguns aspectos de participação.
Numa democracia, o governo é somente um elemento no tecido social de múltiplas e variadas instituições, organizações políticas e associações. Cidadãos não podem ser obrigados a participar do processo político e eles são livres para expressar sua insatisfação não participando.
Entretanto, uma democracia saudável requer a participação ativa e de iniciativa própria dos cidadãos.
Democracias prosperam quando cidadãos estão dispostos a participar do debate público, eleger representantes e se afiliarem a partidos políticos. Sem esta larga participação sustentadora, a democracia começa a morrer e se torna o domínio de pequenos e seletos grupos.